Fatores que devem ser analisados da escolha de um LIMS ou LIS (parte 1)

Fatores que devem ser analisados na escolha de sistemas LIMS ou LIS

 

Para se manter competitivo e capaz de suprir a demanda crescente, um laboratório necessita apostar em tecnologia de forma estratégica. Uma forma de fazer isso seguindo as melhores práticas do mercado é investir na escolha de um LIMS ou LIS, softwares que se destacam por contribuir com a gestão das informações laboratoriais de ponta a ponta.

Contudo, não basta optar por qualquer solução de TI ou sistema de gestão por esta ser mais conhecida ou estar na moda. É crucial contar com uma ferramenta que realmente esteja habilitada para aumentar a produtividade da sua equipe e aperfeiçoar a administração do seu negócio e que faça sentido com os objetivos estratégicos, táticos e operacionais das empresas.

Nesta série de artigos vamos destacar 4 fatores que devem ser levados em consideração para acertar na escolha do sistema ideal para o gerenciamento das informações e dos serviços de um laboratório. Neste artigo falaremos sobre os 2 primeiros, Acessibilidade e Relação Custo x Benefício Confira!

 

1. Acessibilidade

As tecnologias Web, Cloud e Mobile permitem o acesso às diversas funcionalidades dos softwares, recursos e arquivos por meio de dispositivos e aplicações conectados à internet e à intranet sem a necessidade de um computador desktop local e sem instalações de aplicações “on premise” (ou seja, instaladas e executadas com recursos locais). A capacidade de acessibilidade remota, web e por aplicativos em tablets e smartphones deve ser um critério bastante importante a ser analisado na escolha de um sistema de gestão LIMS ou LIS.

Se houver a necessidade de apresentar dados sobre o desempenho do laboratório ou resultados para os clientes por meio de um acessos externos ou um portal WEB, por exemplo, investir na cloud computing e em dashboards de gestão à vista é uma excelente alternativa para ter mais mobilidade e flexibilidade ao acessar as informações.

Por outro lado, caso o laboratório opte por um sistema on premise e com recursos desktop, os dados ficam hospedados em servidores locais e contam com acesso cliente, instalados em diferentes máquinas. Nesse caso, é preciso contar com uma equipe de TI e infraestrutura que possa ser ágil para fazer a manutenção dos equipamentos, minimizar os riscos de problemas que possam afetar o atendimento e também estar ciente que os dados são acessados localmente e precisarão ser extraídos em relatórios para envio manual e disponibilização às outras áreas da empresa ou para os cliente, por exemplo.

 

2. Relação Custo-Benefício

Independentemente do segmento de atuação, o laboratório necessita analisar, com bastante critério, a relação custo-benefício ao investir em um software. Em outras palavras, dimensionar se realmente vale a pena adquirir uma ferramenta para aperfeiçoar a prestação de serviços.

Não adianta, por exemplo, contratar uma solução robusta que não se adapta às necessidades e objetivos da empresa. Essa situação é, sem dúvida, um desperdício de tempo e de dinheiro.

Por isso, antes de adquirir uma ferramenta, é recomendado analisar qual o retorno do investimento em curto, médio e longo prazo. Logicamente, isso deve também contemplar o grau de atendimento do sistema às demandas laboratoriais.

Além disso, é preciso prezar pela qualidade do software e pelas normas e metodologias utilizadas em seu desenvolvimento, boas práticas nacionais e internacionais e às regulamentações e testes aos quais foi submetido. Mesmo que uma solução tenha um valor mais baixo, o fato de ela não atender às necessidades de uma companhia também significa perda de dinheiro e, dependendo do caso, até de clientes.

Na escolha de um sistema LIMS e LIS, o aproveitamento dos recursos disponibilizados deve ser verificado e analisado com critérios específicos e definidos em conjunto com todo o time de projeto.  Afinal, uma análise equivocada nesse quesito vai causar um impacto negativo para todo o ecossistema envolvido com os serviços do laboratório em questão.

Nos acompanhe para ver o próximo artigo da série e entender quais são os outros dois fatores essenciais na escolhas de um LIMS  ou LIS.

 

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